Princípios para a vida

Se Deus é bom, justo e todo-poderoso, por que o sofrimento existe? Quem faz a pergunta e já revela a resposta é o advogado, escritor e palestrante H. S. Lima na obra Princípios para a Vida

Na busca por respostas como quais mandamentos um cristão deve seguir, dificuldades são sinais de que Deus não está me abençoando, ou ainda como é forjada a medida que Deus usa para recompensar nossas atitudes é que o escritor e palestrante H. S. Lima produziu a obra Princípios para a vida – Dos Céus e da terra.

Baseado na milenar sabedoria judaica, nos pensadores gregos do passado e na Filosofia moderna, sem perder a essência da fé cristã encontrada nos evangelhos, Henrique explica em 30 textos diversos princípios que regem diversas situações da vida. Dessa pergunta é possível fazer uma reflexão genérica e bastante útil: o que é melhor, uma pessoa que não frequenta igreja, mas que, ape­sar de cometer alguns pecados, tem uma vida preponderantemente correta ou alguém que está sempre indo à igreja, porém continua fazendo coisas erradas? “Essa provocação me fez lembrar duas impor­tantes figuras bíblicas: o rei Saul e o rei Davi. Ambos foram monarcas que governaram a nação de Israel por volta dos anos 1046 e 970 antes de Cristo”, explica Lima.

Nas páginas de Princípios para a Vida, o leitor encontrará reflexões sobre a vida e a morte. Cada uma delas é fruto de questionamentos pessoais do escritor e da intensa busca por respostas fundamentadas nos princípios estabelecidos por Deus.

A obra não deve ser classificada como autoajuda, coaching ou religioso. “O propósito transcende esses níveis de conheci­mento ao buscar a compreensão de “princípios divinos” que regem a existência do ser humano”, reforça o autor.

Princípios para a Vida – 296 páginas – R$ 39. Venda: https://bit.ly/3nZvmpM

Esta não é uma obra sobre a morte, é uma poesia sobre a vida

Em Asas de Luz e Sombra, o escritor pernambucano Tibério Pessoa conta a história de Ian, o suicida que encontrou mais do que a queda depois do abismo

Quando o jovem Ian, no ápice do desespero, tomou uma decisão insensata, pensou que na tragédia encontraria a paz. No entanto, outros planos haviam sido escolhidos para ele. Asas de Luz e Sombra – O Suicida Que Não Perdeu a Vida, do autor pernambucano Tibério Pessoa, é um livro sobre recomeços, esperança e reconstrução pessoal. O autor propõe a reflexão de que, quando caímos de um penhasco, construir as próprias asas pode ser a única saída.

A obra começa com uma poética descrição da tristeza do protagonista que perdera a mãe para um câncer. A música, os amigos, a família, uma viagem emocionante e o seu grande amor por Tati lhe ajudam a voltar a sorrir. Porém, uma sequência de desastres o leva a uma profunda agonia. Abandonado por todos e sem conseguir encontrar uma saída, Ian toma uma atitude desesperada. Ele pensa em tudo que viveu, em todos que deixou para trás… No entanto, já era tarde demais.

Por razões além da sua compreensão, esse não foi o fim, e sim um novo começo. De alguma forma ele continuou sua jornada, mas agora com uma missão mais intensa e arriscada. A dinâmica da narração de Tibério transporta o leitor diretamente para as cenas vividas pelos personagens e permite viver com eles as suas emoções. Asas de Luz e Sombra é uma história sensível, instigante, reflexiva, que surpreende a cada momento para fazer sorrir ou perder o fôlego conforme o desenrolar da trama.

Asas de Luz e Sombra – 165 páginas – R$ 16,97. Venda: https://amzn.to/3masg1T

Caminhos para superar o racismo estrutural

Considerada uma das cem personalidades afro-americanas mais influentes do mundo, Ijeoma Oluo lança Então você quer conversar sobre raça (Editora BestSeller), com o objetivo de propor um diálogo sobre racismo para todas as pessoas, independente de cor ou classe social. Um livro importantíssimo para quem luta por uma sociedade antirracista.

Os estudantes negros representam apenas 16% da população escolar dos Estados Unidos. Motoristas negros têm uma probabilidade 23% maior de serem abordados do que os brancos. No mercado de trabalho, enquanto um homem branco recebe um dólar, mulheres brancas ganham apenas 82 centavos; homens negros, 73; mulheres negras, 65, e hispânicas 58 centavos. Esses e outros dados que refletem a desigualdade econômica e racial dos Estados Unidos são apresentados no livro Então você quer conversar sobre raça (Ed. Best Seller), da escritora e palestrante Ijeoma Oluo, mas podem ser observados em outros lugares do mundo, como no Brasil.

A obra nasceu com o propósito de dar aos leitores uma base para entender como a raça funciona, mas com uma linguagem simples, dedicada ao diálogo e, sobretudo, defendendo que os movimentos por justiça social devem considerar todos os cortes de identidade, privilégio e opressão. Por isso, a autora aborda assuntos que vão desde interseccionalidade e ações afirmativas a questões que envolvem as “minorias modelo” e o lugar de fala.

Apresentando um Guia de debate ao final do livro, Oluo traz apontamentos, sob a perspectiva de uma mulher negra, para estabelecer um plano de ação para pessoas de todas as raças que buscam uma autoavaliação e estão comprometidas com uma sociedade antirracista.

Ijeoma Oluo é escritora e palestrante. Seu trabalho sobre raça tem sido destaque em veículos como Guardian, Washington Post, New York Magazine, Stranger, entre outros. Também foi editora colaboradora do site Establishment e nomeada como uma das 100 pessoas afro-americanas mais influentes pela The Root em 2017. Oluo recebeu o Humanist Feminist Award de 2017 pela American Humanist Association, e foi considerada pela revista Seattle uma das pessoas mais influentes de Seattle, cidade onde vive.

Então você quer conversar sobra raça (tradução de Nina Rizzi) – 312 páginas – R$ 49.

Callíope, a filha do respeitado ateniense que virou escrava

Top 5 do Prêmio Jabuti na categoria Livro Brasileiro Publicado no Exterior, romance histórico da paulista Cindy Stockler vai além do entretenimento ao surpreender com profunda pesquisa sobre Grécia Antiga

No Brasil, Callíope, a Escrava de Atenas. Na Grécia, Καλλιόπη, η δουλη τών Αθηνών. A obra da paulista Cindy Stockler é dividida em 12 capítulos, cada um levando o nome de um dos 12 deuses do Olimpo.

As 336 páginas contam a história de Callíope, uma jovem muito bonita que com apenas 15 anos foi dada em casamento por seu pai, um rico proprietário de terras ao redor de Atenas, a um cidadão muito mais velho do que ela. Os anos se passam e, em meio à Guerra do Peloponeso, a protagonista é vendida como escrava a um outro cidadão da cidade.

Em meio a uma viagem à Grécia Antiga, e ao misturar o entretenimento ficcional com personagens históricos, Cindy enriquece a produção com a política, filosofia e os costumes daquele tempo. A escravidão, os direitos de sucessão e de propriedade, o acesso à cidadania e o casamento tradicional da época são outros temas explorados pela autora.

Além de ser finalista do Prêmio Jabuti 2020 na categoria Livro Brasileiro Publicado no Exterior, outra novidade envolve a produção de Cindy: a edição em inglês está prevista para ser lançada em Nova Iorque, pela Adelaide Books, com o título Calliope, the Slave from Athens.

Cindy Stockler nasceu e cresceu em São Paulo, capital. Formou-se pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, e exerceu a advocacia por alguns anos antes de começar a escrever profissionalmente.

Callíope, a Escrava de Atenas – 336 páginas – R$ 45. Venda: https://amzn.to/3frhLVh e http://letrasdopensamento.com.br/

Últimas postagens

Novo Dia Live

Artigos Relacionados

Leave a reply

Please enter your comment!
Please enter your name here

spot_imgspot_img